Flávio Bolsonaro na mira da Justiça Eleitoral por questão administrativa
O Ministério Público Eleitoral (MPE) não deixou passar. Nesta quarta (30), a instituição protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um objetivo bem claro: pedir a aplicação de multa a Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República, por não ter declarado um site à Justiça Eleitoral.
A questão é administrativa, mas pesada. Flávio tinha a obrigação de informar a existência daquele site relacionado à sua campanha — sabe aquele monte de plataformas digitais que candidatos usam para divulgar promessas, coletar dados, construir sua narrativa? Pois é. Ele teria mantido um fora dos registros oficiais.
Não declarar um instrumento de campanha ao TSE é tipo aquele erro que parece pequeno na hora, mas que ressoa nos corredores de poder. É falta de transparência eleitoral, é aquilo que faz os olhos do órgão regulador brilhar de preocupação.
O procedimento é bem conhecido: MPE identifica irregularidade, abre investigação, monta o dossiê e bate na porta do TSE pedindo providências. Flávio terá que responder, apresentar sua defesa, explicar por que o site não foi declarado — se foi esquecimento, se foi deliberado, se foi algum detalhe perdido entre a campanha.
Esse tipo de ação reforça como o ambiente eleitoral está monitorado. Nada passa despercebido pelas autoridades. E quando algo não bate na papelada, alguém aparece do outro lado cobrando respostas.