Gloria Groove sobre ceia de Natal: ‘Comemos o peru e rua’

Gloria Groove sobre ceia de Natal Comemos o peru e rua

Então é Natal! Chegou uma das épocas mais esperadas do ano, com uma festa que valoriza muito o amor e a união, sem contar nas reuniões familiares, que são mais comuns neste momento do ano.

Outra característica marcante do Natal é a ceia, e Gloria Groove, uma das maiores cantoras e drag-queens do Brasil, conversou com OFuxico sobre seus ritos natalinos.

“Meu Natal sempre é assim: passo a ceia em família, causando na rua, lá na ZL, e depois eu saio com meus amigos para algum lugar”, contou ela.

“Meu Natal sempre é isso: primeiro comemos o peru e depois, oh, rua”, brincou.

Gloria Groove no clipe de A Caminhada

Outro ponto ressaltado pela artista é o desejo em viajar de férias, algo que ela não faz há um bom tempo.

“Quero muito viajar! Faz um bom tempo que não tiro férias de fato. Então quero aproveitar este momento que entreguei um EP e vários vídeos para dar uma relaxada. Vai ser muito bom para mim. Logo depois do ano novo, darei aquela paradinha”, finalizou.

Alegoria

Em novembro, Gloria Groove Lançou seu EP audiovisual Alegoria, com quatro faixas distintas, mas que representavam um segmento do que a representa de alguma forma.

“A narrativa de Alegoria não segue nenhuma cronologia, mas se destaca pelo fato de que tanto as faixas quanto os vídeos são um conjunto de metáforas”, explica a cantora.

Repetindo a bem sucedida parceria com os produtores Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos, também conhecidos como Dogz, o EP explora estéticas e referências musicais que passam pelo house, pop, trap e reggae, alguns territórios ainda inexplorados na carreira da artista. 

Mil Grau abriu a série de lançamentos visuais. 

“Essa música é uma abertura pop quebradeira e o elemento do fogo é usado para representar a libertação de nossas expressões sexuais e artísticas”, comentou Gloria.

Magenta Ca$H conta ainda com os vocais da rapper Monna Brutal, que tem ganhado cada vez mais espaço na cena underground com rimas preciosas e afiadas no freestyle. 

“Em ‘Magenta’, falo sobre o eufemismo do tal pink money e a ostentação que retrata esse momento ao som de um trap moderno, explicou ela.

“Já ‘Sedanapo’, um pop-reggae-fofo é uma simples gíria de quebrada que figura toda uma história lúdica sobre ser a segunda opção de alguém”.

“E em ‘A Caminhada’, um hino de resistência com ares de rap, house e vogue, o universo ballroom e o teor político ilustram a nossa ascensão”, finalizou.

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