Um desentendimento entre o ator Marco Antonio Gimenez e a atriz Vera Gimenez terminou com condução à delegacia no Rio de Janeiro na segunda-feira (16/03). A situação ocorreu dentro do apartamento onde ambos residem e levou policiais a encaminhar Marco para a 10ª Delegacia de Polícia, localizada em Botafogo, na zona sul da cidade. As informações são da coluna Fábia Oliveira do Metrópoles.Informações de bastidores indicam que o conflito começou quando Marco retornou ao imóvel após participação em uma festa. Relatos apontam que o ator chegou acompanhado de uma mulher e sob efeito de bebida alcoólica, fato que provocou irritação em Vera Gimenez.Testemunhos obtidos pela coluna apontam que o clima dentro do imóvel se intensificou com troca de acusações entre mãe e filho. Durante o confronto verbal, Marco teria destruído objetos do apartamento. Entre os danos mencionados nos relatos aparece a retirada da porta da geladeira durante o momento de irritação.A situação se agravou quando o ator avançou em direção à mãe segurando um saca rolhas. Nesse momento, um dos cães de Vera Gimenez atacou o ator e permitiu que a atriz se afastasse do local.Gritos vindos do apartamento levaram vizinhos a acionar a polícia. Agentes compareceram ao endereço e conduziram Marco Antonio Gimenez à delegacia para prestar esclarecimentos. Um Termo de Declaração obtido pela coluna informa que o ator decidiu permanecer em silêncio e declarou que pretende se manifestar apenas perante a Justiça.Após repercussão do caso, o advogado Sylvio Guerra publicou uma manifestação nas redes sociais. O defensor representa o ator e informou que a condução até uma delegacia não significa abertura automática de processo judicial.“A presença na Delegacia de Polícia nem sempre resulta em processo judicial. Muitas vezes, o melhor caminho jurídico é a mediação e o restabelecimento do diálogo. Acompanhei hoje um caso familiar que, felizmente, foi apaziguado de forma técnica e rápida, preservando a relação entre mãe e filho”.O advogado também comentou sobre a atuação jurídica durante situações semelhantes. “A justiça também se faz na resolução consensual de conflitos. Situações de estresse no ambiente policial exigem técnica e calma. Em casos de conflitos familiares, a atuação jurídica ágil no momento da condução é crucial para garantir os direitos das partes e buscar o arquivamento ou a conciliação logo no início. Mesmo nos dias mais difíceis, o amor e o diálogo são nossos abrigos. Paz para todos”.