Tensão cresce entre o bolsonarismo e apoiadores de Lula
A temperatura política esquentou feio quando o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques — indicado por Jair Bolsonaro, detalhe importante — resolveu censurar a campanha de Lula nas ruas e redes sociais. A galera bolsonarista, preocupada com a força que a campanha está ganhando, acionou o ministro para frear o movimento.
Só que André Janones, deputado que segue firme no apoio a Lula, não deixou passar batido. A resposta dele foi bombando nas redes: “Tiro no pé”, afirmou, criticando duramente a decisão monocrática de Kássio. Mas o recado não parou por aí.
Janones foi além e soltou uma provocação que pegou fogo: se tentarem cercear o “exército de Lula”, a resposta será um “exército maior ainda”. É praticamente um aviso de que qualquer tentativa de silenciar os apoiadores vai gerar apenas mais mobilização e força das bases.
O bate-volta entre governo, judiciário e oposição segue acirrado, com cada movimento gerando contramovimentos. A campanha de 2026 já promete ser tão quente quanto a de 2022, com tensões que extrapolam as redes e chegam às ruas, aos tribunais e às decisões do TSE.