Jendal decreta morte da Família Real em ‘A Nobreza do Amor’

Jendal (Lázaro Ramos) avança mais um passo no plano de poder em “A Nobreza do Amor”, da Globo, e, assim, transforma o palácio em palco de um ato que mistura ostentação e intimidação. Depois de tomar o controle com apoio de tropas estrangeiras, ele organiza uma cerimônia para oficializar a própria ascensão.Enquanto prepara o evento, Jendal reúne ministros, membros da nobreza e oficiais ingleses na sala do trono, que surge decorada para a ocasião. Ao mesmo tempo, ele articula um gesto que amplia o impacto político da coroação. Por isso, exige a presença do rei Cayman II (Welket Bungué), da rainha Niara (Erika Januza) e da princesa Alika (Duda Santos).Além disso, soldados escoltam os três até o salão. Com as mãos atadas, eles entram como prisioneiros e, assim, acompanham tudo sob vigilância. Nesse contexto, o clima pesa, já que a família real observa cada movimento do rival. Em seguida, Jendal assume o centro da cerimônia.Diante dos convidados e sob o olhar dos antigos monarcas, ele coloca a coroa e se proclama soberano absoluto. Logo depois, adota o título de Jendal I, o que marca a ruptura definitiva com a antiga ordem. Por consequência, o ato não se limita à coroação. Ele usa o momento para enviar um recado direto aos opositores e, assim, reforça a nova estrutura de poder no reino de Batanga.Na sequência, Jendal apresenta sua primeira decisão como governante. Sob a acusação de que o rei deposto e sua família traíram o povo, ele anuncia uma punição extrema. Então, diante de todos, declara: “Ordeno que Dumi, o ex-chefe da guarda real, o rei deposto Cayman e sua família sejam executados em praça pública”.