A disputa pelo poder em Batanga ganha novos contornos quando Jendal (Lázaro Ramos) decide agir contra a resistência com um método de execução que remete à idade medieval em “A Nobreza do Amor”, da Globo. Dessa vez, o alvo será Akin (André Luiz Miranda), que atua como um dos principais nomes na articulação contra o governo do usurpador.Jendal passa a desconfiar de infiltrações em seu próprio círculo e, por isso, resolve testar a lealdade de Dumi (Licínio Januário), chefe da guarda. Assim, ele manda prender Akin e exige uma execução lenta. Em seguida, o vilão determina que o guerreiro seja jogado em um poço repleto de serpentes venenosas.Além disso, ele impõe uma condição que intensifica a tensão: Dumi terá de cumprir a ordem. O conflito se torna inevitável, já que Dumi mantém uma aliança secreta com a resistência. Portanto, ele enfrenta um dilema direto: preservar o disfarce ou salvar um aliado.Enquanto isso, a missão de Dumi ganha ainda mais peso porque ele também protege os interesses da princesa Alika/Lúcia (Duda Santos). Dessa forma, qualquer atitude pode comprometer toda a estratégia do grupo. Mesmo diante do impasse, Akin acaba lançado ao poço, sob o olhar de Jendal, que acompanha a cena como parte de seu plano de intimidação.No entanto, a sequência não termina como o vilão planeja. Isso porque Chinua (Hilton Cobra), conselheiro real, organiza uma ação fora dos olhos do tirano. Assim, ele e seus aliados entram em ação nas dependências do palácio e conseguem retirar Akin do poço ainda com vida. Com isso, o plano de Jendal de conter a revolta por meio do medo sofre um revés.