Joaquim Lopes alerta: ‘A comercialização do Carnaval é prejudicial’

Em conversa com OFuxico na Sapucaí, Joaquim Lopes falou da carreira e sua relação com o Carnaval. Aliás, ele já não está mais à fente do restaurante que abriu: “Já fechou o restaurante. Agora eu já estou em outro projeto. Na verdade, a gente colocou outra turma para administrar a Operação Goripi e agora eu já estou pensando nos próximos que virão, em breve, em breve novidades”.Sobre o momento atual da carreira, o ator então descreveu: “Televisão eu fiz agora a série da Ângela Diniz, pela HBO Max, que foi uma honra fazer parte de uma história tão importante para falar do feminismo, do primórdio do feminismo no Brasil. E quase que uma reparação histórica com a história da Ângela, que realmente foi assassinada e condenada”.Por fim, em relação à folia, descreveu: “Carnaval… eu sou do candomblé, eu acho que o Carnaval é uma festa popular, democrática, diversa. E eu acho que a gente não pode perder a tradição do Carnaval. A comercialização do carnaval pode ser muito prejudicial para as próximas gerações, ou a super comercialização”.“Então eu gosto muito dos carnavais de rua, das oculpações culturais, que é o que eu acho que é a raiva de carnaval”, descreveu Joaquim Lopes, antes de revelar qu seu coração pertence à uma agremiação: “Eu torço para o Acadêmicos do Baixo Augusta, lá em São Paulo”.