Tá ficando cada vez mais claro que o mundo dos concursos de beleza ainda vive em outra época! Lara Marina Soares Tosta, atual Miss Brasil, foi destituída do seu título após anunciar que está grávida. Sim, você leu certo — em 2026 e ainda rola esse tipo de atitude machista!
A decisão é absolutamente ridícula e mostra o quanto de preconceito ainda existe em relação à maternidade. Como se uma mulher grávida deixasse de ser linda, né? Como se carregar uma vida dentro de si diminuísse a beleza de alguém? Que lógica retrógrada é essa?
Lara Marina tinha tudo: o título, a visibilidade, os compromissos como embaixadora. Mas quando ela decidiu viver o sonho de ser mãe, a tal “coroa” virou sinônimo de nada. É frustrante porque mostra que ainda há espaço para essas regras antiquadas que punem mulheres por fazerem escolhas pessoais legítimas.
A gente precisa conversar sobre isso! A beleza não expira quando a mulher fica grávida. Muito pelo contrário — tem coisa mais linda que uma mãe? O estigma de que filhos “atrapalham” a carreira ou a vida de uma mulher bonita é totalmente obsoleto e precisa ficar no passado. Lara Marina merecia ter seu momento brilhante respeitado, independentemente de estar à espera de um bebê. Infelizmente, a indústria mostrou que ainda tem muito o que evoluir nesse sentido.