Lucélia toma o lugar de Bagdá e vira peça-chave em ‘Três Graças’

As reviravoltas de “Três Graças” abriram espaço para uma presença que não passa despercebida. Lucélia (Daphne Bozaski) deixou de ser apenas coadjuvante e passou a influenciar diretamente os rumos da história. Assim, a personagem ganhou densidade e ampliou sua importância dentro da narrativa.Além disso, a atriz reforça uma característica já vista em trabalhos anteriores: a versatilidade. Depois de interpretar protagonistas com perfis distintos, Daphne agora aposta em uma vilã que mistura ironia e frieza. Por isso, cada aparição carrega um tom incômodo, que prende a atenção e movimenta o enredo.Ainda que a trama concentre o foco nos personagens centrais, a novela encontra equilíbrio ao investir em figuras secundárias. Nesse contexto, Lucélia se destaca justamente por ocupar esse espaço com segurança. Na última semana, por exemplo, a personagem protagonizou cenas intensas ao ser expulsa de casa pelo tio Kasper (Miguel Falabella).Enquanto a história avança, o crescimento de Lucélia acompanha outras mudanças importantes. O próprio Kasper, aliás, ganhou mais relevância após o desenrolar envolvendo a estátua “As Três Graças”, o que evidencia o cuidado dos autores em distribuir protagonismo.Por outro lado, novos desdobramentos prometem elevar ainda mais a tensão.Lucélia se aproxima do bandido Vandilson (Vinícius Teixeira) e fortalece sua atuação no submundo. Ao mesmo tempo, o núcleo da Chacrinha ganha força quando Bagdá (Xamã) convoca a dupla para seu quartel-general.  No entanto, o cenário muda rapidamente. Bagdá procura o pastor Albérico (Enrique Diaz) e admite dificuldade para abandonar o crime. Em seguida, surpreende ao buscar abrigo na casa de Kasper. Nesse movimento, revela detalhes do passado de Lucélia, incluindo o assassinato dos próprios pais. Dessa forma, a vilã assume o lugar de Bagdá na Chacrinha. Com isso, consolida sua ascensão e reforça o papel como peça-chave na engrenagem da novela