Ministério Público processa Luciano Hang por assédio eleitoral e cobra R$ 30 milhões

Luciano Hang enfrenta ação por assédio eleitoral

Ó que deu ruim! O Ministério Público do Trabalho em Goiás entrou de acordo na quinta-feira (17) com uma bomba legal contra a rede Havan e Luciano Hang, seu proprietário mega conhecido nos bastidores políticos. A acusação? Assédio eleitoral nada a ver! Tudo começou durante a inauguração de uma filial em Caldas Novas, também em Goiás, lá pelo final de agosto.

A galera está toda mexendo no assunto porque o MPT-GO alegou que Hang usou o microfone para fazer um discurso político em frente aos funcionários da loja. A questão é polêmica: será que um patrão pode ficar discursando ideologia na frente dos seus empregados? Segundo a ação, não rola dessa forma!

E tem mais! A ação cobra nada menos que R$ 30 milhões em indenização. Pesado demais? Talvez, mas o órgão jura que foi assédio mesmo, aquela coisa de pressionar quem não pode sair de lá. Os empregados basicamente estavam ali trabalhando e levaram propaganda política que não pediram. A Havan e Hang agora precisam se explicar nos tribunais.

Esse tipo de caso virou tendência nos últimos tempos, com órgãos fiscalizadores cada vez mais de olho em campanhas políticas feitas dentro de ambientes de trabalho. O bafômetro jurídico apontou que não é assim que funciona, viu?