Lula tira tesoura e cortesia das big techs no palanque da vitória
Naquele domingo quente de celebração (25/10), quando Lula subiu no palanque e abriu a boca pra falar pro povo, uma coisa ficou cristalina: ele não ia deixar barato a atuação das gigantes da tecnologia durante a eleição. O presidente colocou na conta delas a tentativa de interferência — algo que andava sendo sussurrado nos corredores do poder, mas que agora ganhava uma declaração oficial bem temperada.
Mas não era só pra tacar a culpa e ir embora. Lula abriu a abertura do seu quarto mandato já prometendo mexer na forma de governar. Nada daquele jeito velho de cima pra baixo onde o povo fica só esperando a boa vontade do presidente. Não, senhor: a ideia era ampliar a participação popular nas decisões do Executivo, deixar a galera mais dentro do jogo mesmo.
Além disso, o presidente prometeu fortalecer a comunicação digital do governo, tipo: “vocês tentaram derrubar a gente pelas redes? Pois agora a gente vai usar as redes também, e melhor ainda”. É aquele papo de quem acaba de vencer uma guerra e já está reescrevendo as regras do tabuleiro. A promessa era ambiciosa, mas depois de passar por tudo aquilo, Lula parecia estar com gás de sobra.