Meta se defende de acusações de favoritismo político
A Meta saiu correndo para se explicar! A gigante das redes sociais, que controla Instagram e Facebook, negou qualquer interferência na corrida presidencial em benefício de Flávio Bolsonaro. Segundo a empresa, não tem nada de proposital aqui, viu só?
A empresa atribui os problemas registrados na contabilização de visualizações de publicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma falha técnica global, não a algo direcionado. Tipo aquela desculpa clássica de “não era pessoal, era problema do sistema mesmo”. A Meta insiste que o glitch afetou vários perfis, não só o do presidente.
Mas sabe como é, né? Quando o assunto é política e redes sociais, até a gente fica desconfiado mesmo. A empresa segue reafirmando seu compromisso com a neutralidade nas plataformas, mas as acusações já viralizaram nas redes e o bafafá está armado. Fica aquela sensação de que nem tudo é tão transparente assim quando o dinheiro e o poder estão envolvidos.
O timing da “falha técnica” coincidindo com críticas ao Flávio deixou muita gente de olho aberto. A Meta continua sua versão, mas o povo segue questionando se tudo que acontece nas plataformas é realmente acaso mesmo ou se tem alguém por trás puxando os fios.