Meta confessa o impensável: prejudicou Lula e beneficiou Flávio Bolsonaro
Segura essa notícia! Documentos internos da Meta obtidos pela Folha de S.Paulo revelaram algo que muita gente desconfiava mas poucos esperavam ver confirmado em preto e branco: a empresa tratou os perfis do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro de maneiras bem diferentes.
De acordo com as mensagens internas da gigante das redes sociais, restrições foram aplicadas à conta de Lula no Instagram, limitando o alcance do presidente. Enquanto isso, perfis ligados a Flávio Bolsonaro recebiam recomendações algorítmicas que deveriam estar vetadas — ou seja, ganhavam booste artificial.
Isso é pesado, viu? Estamos falando de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo intervindo — mesmo que indiretamente — em conteúdo político durante um momento crucial como a campanha eleitoral brasileira. Não é qualquer coisa.
A confissão da Meta chegou em momento tenso, quando a campanha de Lula já acionava a Justiça Eleitoral contra possíveis favoritismos. Os números e os algoritmos não mentem: enquanto um lado tinha conteúdo amplificado, o outro tinha alcance limitado. Igualdade de oportunidades? Nem pensar!