Brasil e aquela sequência de desastres que ninguém quer lembrar
Ó, quantas vezes a gente viu Neymar e toda a Seleção Brasileira chegando em uma Copa do Mundo como se fossem os donos do mundo! E sabe o que acontecia? Bum! Levavam um toco na cara de uma seleção europeia e pronto, tchau Brasil, até a próxima.
2014 foi aquele vexame em casa que até hoje dói na alma. 2018 a galera saía falando que era nosso ano, e resultado? Quatros e nas quartas tomamos uma pancada que doeu. 2022 chegou com aquela aura de «desta vez vai ser diferente» e cadê? Na mata-mata de novo perdendo pro inimigo europeu.
É curioso demais porque no papel a Seleção sempre tem nomes que deveriam assombrá qualquer adversário. Neymar em seu auge era praticamente um videogame; você tinha os lateral-esquerdos malucos, os zagueiros monstrão, mas no mata-mata virava um pastel vira lata. Os europeus foram mais frios, mais metódicos, mais «blablabla defesa tática» e a gente simplesmente não conseguia quebrar o código.
A real é que Copa do Mundo é coisa de misterioso mesmo. Você pode ter o melhor time em papel e levar um baile. Brasil já viveu isso demais recentemente. Será que 2026 quebra o ciclo? Só o tempo dirá!