Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do “BBB 26”, da Globo, voltou a procurar atendimento médico nesta terça-feira, 31 de março. Ele enfrenta uma nova crise psicótica e, por isso, segue em observação em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Curitiba, no Paraná. Enquanto isso, a situação ocorre poucos dias após um episódio de confusão em uma barbearia da cidade.No fim de semana, o ex-brother se envolveu em uma briga no local, o que gerou repercussão nas redes sociais. Segundo informações obtidas pela coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, com a defesa de Pedro, ele apresentou um surto psicótico na noite de segunda-feira, 30 de março. Desde então, ele aguarda uma vaga para internação em uma unidade especializada.Além disso, a equipe jurídica informou que o ex-BBB passará por avaliação médica. A partir desse diagnóstico, os profissionais devem definir os próximos passos do tratamento. Vale lembrar que Pedro já havia recebido indicação de retorno a uma clínica psiquiátrica. Isso aconteceu após o episódio de agressão registrado na barbearia, em Curitiba.Após a circulação das imagens da briga, a equipe jurídica do ex-BBB, liderada pela advogada Niva Castro, divulgou um comunicado oficial. No texto, a defesa apresenta a versão de Pedro sobre o ocorrido. “A realidade é objetiva: Pedro esteve no local acompanhado de um amigo, sem qualquer comportamento que justificasse a escalada de violência que se seguiu”, diz o texto.Em seguida, o comunicado detalha o início da confusão: “Em determinado momento, ao se servir de um refrigerante — prática absolutamente comum — foi abordado de forma hostil por um indivíduo que, de maneira precipitada e agressiva, passou a proferir acusações e ofensas, alegando que teria reconhecido o ‘abusador’”.Além disso, a defesa sustenta que o ex-BBB tentou evitar confronto. Ainda assim, a situação saiu do controle. “Diante disso, Pedro tentou evitar o conflito, o que se seguiu, contudo, não foi um desentendimento banal — foi um episódio de violência coordenada: Um grupo de indivíduos, agindo em conjunto, passou a perseguir e agredir Pedro, extrapolando qualquer limite de razoabilidade e transformando uma situação corriqueira em um verdadeiro ato de violência coletiva”.