Samantha Schmütz volta a criticar isentões e anuncia decisão

Samantha Schmütz

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Samantha Schmütz volta a criticar isentões e anuncia atitude (Imagem: Reprodução / Instagram)

Samantha Schmütz voltou a explanar sua indignação diante da falta de posicionamento de alguns artistas a respeito da crise política pela qual o país está passando.

Durante participação na edição do Saia Justa da última quarta-feira (16), a atriz se disse decepcionada com toda a situação e afirmou que decidiu parar de engajar nas redes sociais todos aqueles que têm se mostrado isentões.

“Quem tem voz, tem que falar. Pra que você tem voz? A gente tem que silenciar quem não quer falar. Eu não parei de seguir muitas pessoas que eu até gostaria, mas eu não vou dar like, não vou curtir, não vou dar engajamento pra quem não tô vendo se preocupar com o país. Eu fico indignada com quem tem voz e não fala”.

“Nesse momento, não é uma coisa de escolher partido ou candidato. É ficar do lado da vida dos brasileiros. Pra que que a gente conquistou tanta voz? Pra que a gente tem milhões de seguidores? É só pra vender produto? É só pra isso? Não, gente! Podem até não concordar comigo, mas eu penso assim. Pra mim não adianta ter voz se eu não poder usar”, continuou.

“Eu sempre me posicionei porque desde o dia 1, falando da nossa área, é um governo que é contra a cultura. E aí se posiciona quem quer. Mas acho que agora, nessa situação de vida e morte, não é escolha. Essa coisa da morte do Paulo e ele era um símbolo, uma alegria pro Brasil. Isso mexeu muito comigo e dois dias após o enterro de Paulo, eu vi o presidente imitando uma pessoa sem ar e eu fiquei, ‘não, não é possível”, disse ainda.

Samantha finalizou o desabafo aconselhando o público a usar o seu espaço nas redes sociais para lutar por aquilo que realmente importa.

“E o que a gente pode fazer pra ajudar? Vamos dar um tempinho da palhaçada, do tik tok, da dancinha, pode fazer tudo, mas o assunto tá muito serio. Eu passo por feeds em que as pessoas estão vivendo num mundo de Nárnia, um mundo que não é o meu, então até entendo elas não falarem, tão em outro país. Não é possível. Ostentar agora é cafona”.

“Eu acho muito louco isso de lutar pelo direito de ser isento. Sabe, eu vou lançar uma hahstag, hashtag #LulaLivre. Pelo direito de ser isento. Gente, como ser isento agora?”, encerrou.

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