A apresentadora Tata Werneck fez mais uma doação para o Retiro dos Artistas. No último domingo de Páscoa, a famosa presenteou os colegas de profissão de forma especial e a página do local compartilhou os cliques dos idosos recebendo a lembrança enviada pela humorista.Para deixar o momento mais feliz, a global enviou vários ovos de chocolate de marcas famosas. O ator Marcos Oliveira, que fez o personagem de Beiçola em A Grande Família, surgiu segurando o seu em um dos cliques.“A Páscoa por aqui ficou ainda mais doce! Recebemos com muito carinho diversos chocolates enviados pela querida Tata Werneck, que mais uma vez fez questão de levar alegria para os nossos residentes”, compartilharam.“Tata, a sua generosidade e atenção com o Retiro dos Artistas fazem toda a diferença. Somos muito gratos por ter você como parceira em tantos momentos especiais. Nossos residentes amaram cada detalhe e cada gesto de carinho”, disseram.A apresentadora então reagiu ao ver os artistas recebendo os ovos. “Que amor”, falou ela.Um post compartilhado por RETIRO DOS ARTISTAS (@retirodosartistas.org.br)“De novo [estou] no meio da bagunça. Eu quero dizer que dei uma entrevista geral e bonita para a Veja em janeiro. Eu estava em um momento de muita angústia, passando mal, então quero que as pessoas considerem isso, porque pincelaram dessa entrevista e fizeram esse pandemônio para sobreviverem“, iniciou o ator.“Quero pedir desculpas, que essa não é a minha intenção, de ofender ninguém, cada um tem um processo. O meu processo… Eu ainda estou de colostomia, que dói pra dedéu, preciso trabalhar, preciso operar. Enfim, eu não quero confusão com ninguém. Tem vidas humanas aqui no Retiro. Espero que vocês me perdoem por tudo mais uma vez e vamos em frente, que eu tenho que trabalhar“, concluiu Marcos Oliveira.Em entrevista à Coluna Gente, da Veja, Marcos Oliveira falou um pouco sobre sua rotina no Retiro dos Artistas: “Viver aqui é ótimo. Só que tem que se adaptar. Na hora da refeição, eles fazem comentários e só falam sobre o passado, e eu não estou no passado. […] Quero discutir ideias do futuro. Não gosto da história de pena, tenho capacidade para produzir. Sei que tenho uma colostomia, uma hérnia, estou batalhando para ser operado, mas tenho condições. Quero produzir, trabalhar, não sou inútil“.“Eu falo assim: ‘Você pode sair da favela, mas a favela nunca sai de você.’ O comportamento é muito mal-educado. Então eu fico quieto, aguento numa boa. Mas aqui, depois dos 70, 80 anos, não tem mais respeito. Então fod*-se, deixa o pessoal falar. […] Eles não se visitam e falta uma convivência. Em vez de ficar falando alto no restaurante, vai na casa do coleguinha de que você gosta e bate papo com ele. Seria muito mais saudável e produtivo do que pegar um espaço coletivo e transformar numa coisa particular“, disse ele.“Estou numa consequência de lutar pela minha vivência. Quero conseguir minhas coisas hoje. É por isso que faço aula de dublagem, outras coisas e prefiro não conviver com a triste realidade“, concluiu.