Chacina policial em SP: governo Tarcísio registra morte a cada 12 horas

O custo mortal da segurança pública em São Paulo

Os números são assustadores e falam por si só. Entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, durante o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), as polícias Civil e Militar de São Paulo mataram, em média, uma pessoa a cada 12 horas e 13 minutos. Deixe isso processado por um segundo: uma morte a cada meia volta de relógio.

O dado se torna ainda mais grave quando comparado ao período anterior. Em 2022, último ano da gestão João Doria e Rodrigo Garcia, a frequência de mortes era significativamente menor. A taxa atual representa um aumento de aproximadamente 70% em relação àquele período, o que demonstra uma tendência preocupante na instituição de segurança do estado mais populoso do país.

Essa estatística macabra coloca em evidência questões delicadas sobre o uso da força policial, treinamento adequado de agentes e fiscalização de ações na segurança pública. Famílias inteiras são desfeitas, comunidades inteiras sofrem com essa realidade, e o debate sobre reformas estruturais na polícia torna-se urgente e inescapável. Os números não mentem: há algo profundamente errado no sistema de segurança que precisa ser corrigido com urgência.