O caso da jovem Caroline Costa Nunes Pereira ganhou grande repercussão após familiares afirmarem que ela teria apresentado sinais de vida durante o próprio velório, realizado em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Áudios divulgados por parentes descrevem momentos de desespero e incredulidade dentro da capela, onde o corpo estava sendo velado. As informaçõs são do ‘O Segredo’.Segundo os relatos, a família acredita que houve falha no diagnóstico de morte feito pelo Hospital Municipal da Japuíba. A suspeita é de que Caroline ainda estivesse em coma quando o óbito foi declarado, o que intensificou a revolta dos parentes.De acordo com o depoimento de uma prima, a jovem teria tossido e aberto os olhos durante o velório, provocando correria entre os presentes. O episódio teria sido presenciado por diversas pessoas e gerou um cenário de choque imediato.“Bom dia gente eu estou indignada. Como que pode o médico do hospital de Jacuíba falar que a minha prima tinha morrido, entendeu? Todo mundo tá no velório dela, ali na capela, aqui na Capela do Frade né? Achando que a minha prima realmente estava morta. Aí minha prima vai e tosse, abre o olho, vê todo mundo ali sem saber o que estava acontecendo. A minha prima estava em coma e o médico deu o laudo que minha prima tinha morrido. Minha prima morreu dentro do caixão ali na capela na frente de todo mundo. Gente isso é um absurdo. Como eles podem dar um lado de que a pessoa morreu sendo que ela está viva? Poxa minha prima em coma gente. Isso é um absurdo”A familiar ainda afirmou que vídeos foram gravados por parentes no momento, mas que o material segue em sigilo enquanto a família avalia medidas legais.“Quando ela tossiu gente, todo mundo correu, não ficou um, entendeu? Tossiu e abriu o olho ninguém ficou. Meus primos tem as filmagens e tudo, mas ainda ninguém jogou nas redes não. A gente está esperando para ver o que vai acontecer tá bom?”Diante da repercussão, o caso pode avançar para investigação formal. As autoridades devem analisar laudos médicos, depoimentos e possíveis registros em vídeo para esclarecer o que realmente aconteceu.Em nota oficial, o hospital informou que o óbito foi confirmado após parada cardiorrespiratória e exames clínicos. A unidade também afirmou que o movimento descrito pela família pode ser explicado como um espasmo pós-morte, reação involuntária que pode ocorrer devido à atividade residual do sistema nervoso, sem alterar o diagnóstico de morte.Enquanto isso, familiares seguem em busca de respostas sobre o episódio que transformou a despedida em um momento de dor, dúvida e revolta.